quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Falta de amor

A falta de amor e compreensão está cada vez mais tomando conta da humanidade. Ninguem respeita ninguem, tudo está indo para um buraco só...é tudo muito lamentável.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ame


Pense que só o amor existe, somente o amor é eterno
Ame...é tão legal amar alguém.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O Rio

Existia um rio muito bonito e em suas margens nasciam belíssimas vegetações. O seu som durante o verão era maravilhoso, as águas batendo nos rochedos pareciam canções entoadas por serafins do mundo dos sonhos. Durante o inverno a água quase gelada escorria devagar no seu leito e a cachoeira logo a frente reproduzia um som muito alto e as vezes triste. A população precisava desse rio para sobreviver, pessoas animais um intenso eco sistema precisando saciar sua sede em suas águas. Todos que bebiam de sua água ficavam feliz e esse rio nunca secou.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Paz na terra



Naquele dia os mensageiros da paz vieram a terra e visitaram todos os lares do mundo. Nenhuma tristeza mais pairou sobre nenhuma família, nenhuma criança mais chorou nenhum pai de família mais sofreu por falta do sustento.
Naquele dia a felicidade fez se presente em todo canto do mundo. O mundo já não era mais o mesmo, o amor predominou de norte a sul, de leste a oeste, o mundo já estava em uma nova fase.
Naquele dia os mensageiros celestes conseguiram colocar de vez a sua paz. O mundo viveu feliz.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Cecilia fidelli

Ela entristeceu depois de longa solidão.
Cabisbaixa, quase sem vida,
perdeu o perfume, a cor.
Foi condenada a ser posta pra fora,
jogada talvez na calçada.
Sofreu o golpe do tempo,
que arrancou-lhe as pretensões.
Semi morta, sem encantos,
valoriza apenas o calor do sol no inverno.
Silencia à brisa tempestuosa,
que tem pedras nas mãos, não compaixão.
Inclinou-se, debruçada na janela,
para reverenciar a morte.
Desabrochou, encantou, mas,
aquela beleza deslumbrante ...
ficou nas mãos do tempo.
Era uma vez, uma flor.
(Cecília Fidelli)

Esperança

A  esperança por mais que pareça distante está sempre a nos espreitar, não percamos a esperança nunca, ela nunca morre, a esperança é imortal.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

hoje

Fico pensando e tentando imaginar o que eu fiz pra ser o que sou hoje.
Eu pensava que levando a vida do jeito que eu levo, sem vícios, sem maculas eu viveria bem.
ledo engano!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Triste

Hoje eu saí.
No ônibus que ia vi uma loira
as loiras são bonitas, mas essa estava com a fisionomia tão triste...
Fiquei olhando
Ela estava bem triste. Ou Seria a fisionomia normal dela aquela?
Acho que não...A loiras são alegres
Mas, essa estava tão triste;

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Meus dias seguem cada vez pior, eu tenho esperança que um dia tudo melhore.Tomara.

Lamentável

É muito triste se sentir ridicularizado e passando vergonha
Alguem que sempre lutou, nunca reclamou de lutar, sempre batalhou, agora largado as traças.
É muito difícil entender as coisas desse mundo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O VAGALUME E O SAPO

João Ribeiro

Entre o gramado do campo
Modesto, em paz se escondia
Pequeno pirilampo
que, sem o saber, luzia.

Feio sapo repelente
Sai do córrego lodoso,
Cospe a baba de repente
Sobre o inseto luminoso.

Pergunta-lhe o vagalume:
“Porque me vens maltratar?”
E o sapo com azedume:
“Porque estás sempre a brilhar!”

Migalhas

Ninguem gosta de catar migalhas, ninguem gosta.
Eu não posso fazer isso.
Depois de tudo o que fiz, parece que nada funcionou.
A vida mostra as coisas bem diferente do que eu aprendi, ou pensava que tinha aprendido

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Solitário?

Minha mulher me disse que eu éra uma pessoa solitária, fiquei assustado.
A quase um ano atraz outra pessoa havia me falado a mesma coisa. Eu estranhei isso, não sou uma pessoa solitária. Ou será que sou?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Suplica no silêncio

Silêncio.
Venho, andar calmo, A sala esta vazia.
Silêncio.
Nem o barulho do vento La fora se ouve.
Silêncio.
Sento na poltrona, estico o meu corpo, viro de um lado, olhar cansado... Silêncio.
Olho para cima sem mexer a cabeça, olho para um lado para outro, só com o movimento dos olhos.
Silêncio.
Viro do outro lado, minha vista fira algo, começo a ficar cansado. Fixo os olhos. Penso em algo, fico irritado. Abro os olhos com fúria, penso em levantar, porem, contenho meus movimentos.
Fico de frente, as mãos cruzadas sobre o estômago, um silêncio sepulcral.
Silêncio.
Começo a pensar algo, depois paro, penso denovo, paro, baixo as vistas, suspiro...penso...silêncio.
Aquele velho pensamento que não sai da minha cabeça nunca mais.
Silêncio.
Começo a tentar mudar minha mentalidade mas não consigo...penso em problemas, só coisas ruins (será que sou um pessimista, só penso coisas triste? Mas deve-se levar em conta que não tenho também muitas recordações boa para pensar)...Silêncio.
No silêncio da sala só ouço a minha respiração e as batidas do meu coração cansado. Mais silêncio.
O velho pensamento toma conta de minha mente novamente. Fecho os olhos, penso em tudo que perdi e que poderia ter ganhado. Sofro ainda mais...silêncio.
Penso nela.
Sinto minhas vistas pesadas como chumbo. Depois, um fio de água corre em minha face.
Silêncio...Eu estou chorando.